Nuns segundos perdidos
Numa planície sem ar
Primeiro vinha
contávamos o tempo do sol
De Março a rebentar
Nuns segundos perdidos
Numa planície sem ar
Sempre a horas
Contávamos os grãos de areia
Num Abril a ferver
Nuns segundos perdidos
Numa planície sem ar
Atrasava-se depois
Contávamos ainda sorrisos
Era Maio a descer
Nuns segundos perdidos
Numa planície sem ar
Agora saltava passadas
Contávamos perdões
Num Junho a morrer
My baby loved me
E matou-me em segredo
Quando o tempo chegou ao fim.
Não te matou
ReplyDeleteaquele tempo é que acabou