28.5.18

E é nos pequeninos, não é?

No entry



Primeiras à segunda.

25.5.18

Work of fiction

Das minhas palavras não podes sair. 
Em cada A que uso estás tu, em cada espaço vazio entre cada letra estás tu. 
A minha poesia, toda a minha alma, és tu. 
E não podes sair. 

24.5.18

Future

Lend me your eyes. 

Grande grande

True love never has a happy ending, because there is no ending to true love.
Alexandre, o Grande

23.5.18





















Even when they are only a bit of memory in my mind.

PCP ao contrário

Coraggio avanti paure.
Amore avanti paure.
Vita avanti paure.

AVA 'n ti

E rimos de noutra vida podermos estar um sem o outro.

19.5.18

18.5.18

Aviso à circulação





















We must prefer real hell to an imaginary paradise.
Simone Weill

Caught by ones own self.

Wonder


Havia.
Havia.
Havia.
Força para mudar o mundo.
Logo que a apatia se fosse.

17.5.18

Poisoning


Um veneno suave que queima por dentro ao mesmo tempo que nos oferece a plenitude da serenidade temperada pelo desejo sem fim.


15.5.18


...
Sabeis decerto que o maior amor não é aquele que a palavra suave puramente exprime. Nem é aquele que o olhar diz, nem aquele que a mão comunica tocando levemente n'outra mão. 
É aquele que quando dois seres estão juntos, não se olhando nem tocando os envolve como uma nuvem, que lhes (...) 
Esse amor não se deve dizer nem revelar. Não se pode falar dele. 

Fernando Pessoa

14.5.18

A miúda gosta e fala de sentimentos

...

Eu nem gosto,

De cartas, nem postais 

Mas a miúda adora e diz que até cora e então lá vou eu

...

Block that block.
Take that wind.
Leave it to the birds to sing.
Forget the sorrows.
Forget the signs.
Luggage is never light.


Silêncio. 
Vive-se fado. 

10.5.18

8.5.18

Qual é a inteligência artificial

O brain não distingue um sorriso verdadeiro de um sorriso falso, não distingue realidade de ficção.

"Tenho tanto sentimento..."
Pessoa

La douceur

A doçura das tuas palavras nos meus centímetros.

7.5.18

Do sentido de tudo ser efémero como a vida.
Do sentido de não fazer sentido viver.
Do sentido de viver de sonhos. 

4.5.18

Havia nas ruas um cheiro a renascimento.
Era como se aos poucos, cada canto acordasse da dormência que se foi instalando ao longo do tempo.
É muito fácil a dormência.
Vão-se ignorando pequenas coisas, esquecendo outras, não se cuidam de algumas e de repente a dormência é tudo o que existe.
Mas na cidade, cheirava a novo, mas a um novo, não novo. 
Um novo quase planeado numa continuidade que não exigia fôlego.
Às vezes, olhar para dentro também tem disto.


3.5.18

Os sentimentos brincam às cadeiras vazias, tenho a certeza.
E lá vamos nós, com eles, saltando de cadeira em cadeira, trocando de personagem e de carga.
Tenho a certeza.