15.3.13


E da cor do céu respirava-se serenidade, enquanto as ondas do mar alimentam o vento.
Porque a nossa vida é esse equilíbrio entre a serenidade de um amanhecer e de um entardecer e o pico do meio-dia.
O pico das emoções, as rupturas constantes das nossas certezas.
A tristeza de ser da estirpe que pára para pensar, para sentir o vento; mas o alívio de não andar na roda e conseguir chorar.

14.3.13

Mas eu adoro a cor do céu.
Uma tremenda dificuldade em abrir a alma às letras. Temer cada frase. Qual explosão de dor da realidade revelada por um pulso que decide por si só. Um face to face decidido por um órgão alheio, independente, autónomo: "E a mão de um poeta escreve sempre sozinha"

12.3.13

Dark.


and break.


4.3.13



Beauty in a quiet way, the way of a breeze, the way of a sunrise, the way of slowly waking up in the arms of love.
Our love.


Alone.

Like the rain and the wind.
Monday.

2.3.13

So true.

Quero escrever encontrei e não consigo.

True.

There’s a feeling of fullness that comes from letting go that can’t be replicated in any other way.
- Kate Northrup