19.2.18

Medo. 
Medo do medo que cresce. 
Medo do medo que não diminui. 
Medo porque o medo não sabe parar. 
Filosoficamente interessada nas linhas ténues do interesse. 

9.2.18

I didn't want to kiss you goodbye — that was the trouble — I wanted to kiss you good night — and there's a lot of difference.

Noites brancas


5.2.18


E as palavras jogam
Para lá
Para cá
As tuas as minhas
As ditas as não
Elas encontram-se
Elas perdem-se
Criam e matam amor
Valem mais que amor
As palavras
E são vazias

Sem ti. 

3.2.18


Que leveza cabia na minha ausência

2.2.18

Tesouros de baú


Diz-me dos teus dias
Da distancia que te chega
A intermitencia do corpo
O menos sem o mais
mais sem menos
Da doçura lancinante 
Sempre a prestações
Obedeces a sinais
A norte
Onde o amor não conhece a morte.

31.1.18

E escrevia soltos e brancos
Sem rima
Só retalhos de sentimentos por viver
Sombras dos vividos
Mal apagados lá para trás
Mas havias tu
O eu que era para ti
Um mim por desvendar
Guardado
No que o presente traz 
Amanhã. 
Sem futuro. 

Dizia ela


30.1.18

A Lua


A sombra do amor.
?
Persegue-nos 
Nós a ela
?
Translucida
Escura
?
Ora à frente  
Ora atrás 
?
Sombra de fim
De dia
De mim

29.1.18

Havia dias em que queria tanto que houvesses tu.

Because you do.



28.1.18

Hoje.
Queria contar as tuas pegadas na areia.