10.4.25

Num close up fotográfico 

abstrato, sem definição

O que vês, o que viste

Na semelhança das palavras escritas há muito tempo, na profundidade de um olhar fotografado, no dramatismo dos pigmentos escolhidos

Terá toda a arte a sorte de guardar todos os sentimentos passados

Haverá em toda a arte a profundidade de tudo o que fomos.

Como o sabor de umas bolachas de criança, o cheiro de um perfume perdido nas memórias e reencontrado no presente.

Haverá em toda a arte o sufoco e o encanto que sentimos naquele tempo.


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