Num close up fotográfico
abstrato, sem definição
O que vês, o que viste
Na semelhança das palavras escritas há muito tempo, na profundidade de um olhar fotografado, no dramatismo dos pigmentos escolhidos
Terá toda a arte a sorte de guardar todos os sentimentos passados
Haverá em toda a arte a profundidade de tudo o que fomos.
Como o sabor de umas bolachas de criança, o cheiro de um perfume perdido nas memórias e reencontrado no presente.
Haverá em toda a arte o sufoco e o encanto que sentimos naquele tempo.
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