15.3.13


E da cor do céu respirava-se serenidade, enquanto as ondas do mar alimentam o vento.
Porque a nossa vida é esse equilíbrio entre a serenidade de um amanhecer e de um entardecer e o pico do meio-dia.
O pico das emoções, as rupturas constantes das nossas certezas.
A tristeza de ser da estirpe que pára para pensar, para sentir o vento; mas o alívio de não andar na roda e conseguir chorar.

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