E da cor do céu respirava-se serenidade,
enquanto as ondas do mar alimentam o vento.
Porque a nossa vida é esse equilíbrio
entre a serenidade de um amanhecer e de um entardecer e o pico do meio-dia.
O pico das emoções, as rupturas constantes
das nossas certezas.
A tristeza de ser da estirpe que pára para
pensar, para sentir o vento; mas o alívio de não andar na roda e conseguir
chorar.

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