14.12.12

Inside


Há uma serenidade imensa na serenidade.
É, assim de repente, um vazio cheio.
Um contentamento também na ausência, uma paz que se calhar só podemos sentir connosco próprios.
Sozinhos.
Será a serenidade a pureza da solidão? De uma solidão rica.

De onde nos vem, como deixamos que parta, como fazê-la permanecer?
Dezembro é um mês de convulsões que não são mais do que a vitória da minha alma.


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